sexta-feira, 25 de abril de 2008

Comentarista de futebol da TV Globo luta contra o vício das drogas

Seguem trechos da reportagem:
Em seu primeiro depoimento em sete meses – desde que foi internado em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos. Casagrande, comentarista de futebol e ex-jogador, falou à revista na clínica Greenwood, em Itapecerica da Serra, onde segue um rígido tratamento para se recuperar do vício.
(...)
Casagrande afirmou que pretende voltar a trabalhar como comentarista de futebol, colunista de jornal e apresentador de programa de rádio. Disse também que não está assistindo a jogos de futebol na TV, porque sente falta do trabalho como comentarista. Superar essa falta é um dos pontos de seu tratamento. Na clínica, ele participa das mesmas atividades de qualquer outro paciente, que incluem o cultivo de uma horta, sessões de relaxamento e até partidas de futebol na quadra da instituição. Ele só tem autorização para sair da clínica nas sessões de terapia familiar e nas consultas no dentista.
O ex-jogador está longe dos olhos do público desde setembro do ano passado, quando sofreu um grave acidente de carro em São Paulo. Casagrande foi internado na UTI do Hospital Albert Einstein, de onde saiu alguns dias depois diretamente para a clínica Greenwood. Foi internado por iniciativa da ex-mulher, Mônica, e de um dos três filhos, Victor Hugo, de 22 anos, conhecido como Kasinha. No dia do acidente, Casagrande estava acompanhado por Karine Vasconcellos, que saiu praticamente ilesa. A ÉPOCA, Casagrande fez questão de dizer que Karine nunca foi usuária de drogas.
Na entrevista, o ex-jogador falou em detalhes de seu envolvimento com cocaína e, "esporadicamente", com heroína.
A íntegra do depoimento de Casagrande leia na revista ÉPOCA.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Celso Amorim, dijo que la culpa del alza de los precios de los alimentos son los subsidios agrícolas en los países ricos

El ministro alemán de Agricultura, Horst Seehofer, exigió una profunda reforma en la política agraria de la Unión Europea (UE) en reacción a la drástica subida de precios que sufren los alimentos desde hace meses.
"Necesitamos un renacimiento de la agricultura, un aumento de la producción agraria en Alemania, en toda la UE y sobre todo en los países emergentes", subrayó el político "En la UE hemos parado 3,8 millones de hectáreas aptas para la agricultura y ganadería para luchar contra un excedente de leche, mantequilla, vino y carne. Se tienen que volver a utilizar esas superficies lo antes posible", agregó.
Seehofer recordó que el Programa Mundial de Alimentos de Naciones Unidas (PMA) espera que la demanda de alimentos aumente un 60 por ciento hasta 2030. "Tenemos que producir más alimentos en todo el mundo para evitar más subidas de precios. Los alimentos no salen de la cazuela", enfatizó.
El alza en los precios de los alimentos junto al encarecimiento de la energía provocaron que la inflación en la zona euro se elevara en marzo hasta un 3,6 por ciento interanual, una marca muy superior al dos por ciento que recomienda el Banco Central Europeo para garantizar la estabilidad de los precios.
Brasil: fin de subsidios agrícolas para frenar crisis alimentaria
Por su parte, el ministro brasileño de Relaciones Exteriores, Celso Amorim, dijo que la culpa del alza de los precios de los alimentos son los subsidios agrícolas en los países ricos.
Según el canciller brasileño, la propia Organización de las Naciones Unidas para Alimentación y Agricultura (FAO) reconoció que "lo que impidió el crecimiento de la producción de alimentos en países africanos y sudamericanos fueron los subsidios, y no el biocombustible".
El canciller brasileño rechazó así las críticas de organismos internacionales, como el Fondo Monetario Internacional (FMI) y el Banco Mundial, a los programas de incentivo a la producción de biocombustibles para reducir la demanda por derivados de petróleo.
Agencias/pk
Deutsche Welle

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Novos tremores podem ocorrer nos próximos dias no Brasil, diz especialista

É possível que outros tremores com intensidade parecida ao de terça-feira (22) possam acontecer nos próximos dias, segundo o chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB), professor Lucas Vieira Barros. "Sempre que acontece um tremor de terra, é possível haver outros, que nós chamamos de pós-abalos. A gente espera que os que vão acontecer não tenham magnitude maior", afirma.
De acordo com o Observatório Sismológico da UnB, o tremor, de 5,2 graus na escala Richter, ocorreu a 270 km do litoral de São Paulo, às 21h e durou cerca de cinco segundos. O epicentro foi localizado no Oceano Atlântico. Segundo Jorge Sand, coordenador do observatório, a região onde foi registrado o epicentro tem uma atividade sísmica grande por ser uma plataforma continental, com interfaces de regiões mais densas e menos densas.
Moradores do Rio de Janeiro, de Santa Catarina e do Paraná também sentiram os abalos.
Barros afirma que o número de estações sismográficas (que monitoram os tremores) no Brasil aumentou nos últimos anos. Por isso, o país tem mais capacidade para estudar os abalos. Ele reconhece, porém, que "tem havido um surto de tremores de terra".
Fonte:G1

Josias:Procuradoria e PF montam estratégia anti-pedofilia

Google entrega à CPI dados secretos de 3.261 suspeitos
Relator da comissão repassará informações ao MP e à PF
Arma-se repressão inédita a pedófilos que usam internet
Advogado da empresa Google Brasil, o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos (Justiça) confirmou ao blog do Josias: na manhã desta quarta-feira (23), serão entregues à CPI da Pedofilia do Senado um lote de CDs com dados pessoais, fotos e vídeos de 3.261 álbuns sigilosos. Encontram-se armazenados no sítio de relacionamento Orkut. Coisa até aqui sigilosa. A abertura constitui fato inédito.
Expostos por força da quebra de sigilo que foi imposta pela CPI há 15 dias, os álbuns virtuais escondem suspeitos da prática do crime de pedofilia. Estatística levantada pelo Ministério Público estima que, das 56 mil denúncias de difusão de sexo infantil por meio da internet, 90% ocorrem via Orkut.
Os gestores da Google vinham se recusando sistematicamente a compartilhar informações com autoridades brasileiras. Daí o ineditismo do gesto. Ouvido pelo repórter, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), relator da CPI, disse que irá repassar todo o material para o Ministério Público e para a Polícia Federal.
Pretende-se deflagrar uma repressão aos pedófilos em dimensões jamais vistas no Brasil. Simultaneamente, os senadores preparam alterações na legislação. Mudanças que visam facilitar a punição dos exploradores do sexo com crianças.
Deve-se a uma ONG chamada Safernet a circunscrição da apuração, no estágio atual, a exatos 3.261 álbuns do Orkut. A entidade dedica-se ao recebimento de denúncias de pedofilia na rede. Entre 29 de novembro de 2007 e 31 de março de 2008, realizou 6 mil operações de busca na internet. Logrou capturar os perfis dos responsáveis pelos álbuns agora submetidos a investigação.
Vem daí a convicção de que os dados que serão entregues pela Google permitirão intensificar o combate à pedofilia. As informações serão anexadas a apurações que já estão em curso. Entre elas a chamada Operação Carrossel, deflagrada pela PF no final do ano passado.
“Temos agora nas nossas mãos a prova material do delito”, festeja Demóstenes Torres. O senador é assessorado em seu trabalho por especialistas na matéria.
Gente requisitada ao próprio Ministério Público e à PF. Daí a linha direta que estabeleceu com as duas repartições.(...)
Fonte: Blog do Josias

Podcast do Diogo





Para ouvir e ler a íntegra, clique aqui




Como diria Oscar Maroni:"Nada como um dia após o outro"...





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terça-feira, 22 de abril de 2008

Ali Kamel esculacha livro de ex-presidente da radiobras

Seguem trechos da crítica que Ali Kamel(o testador de hipóteses) faz ao livro "Em Brasília, 19 horas, de Eugênio Bucci", ex-presidente da Radiobras, publicado pela Editora Record.
Leiam:

Eugênio Bucci presidiu a Radiobrás do início do governo Lula até abril do ano passado, um período longo. Para fazer o balanço de seus anos à frente da estatal, acaba de lançar um livro, "Em Brasília, 19 horas, a guerra entre a chapa-branca e o direito à informação no primeiro governo Lula". Em 292 páginas, Bucci tenta demonstrar que, em sua gestão, a Radiobrás procurou imprimir "uma direção apartidária, impessoal, para servir à sociedade, atendendo o direito à informação". Em uma das muitas avaliações que faz de seu trabalho, ele declara: "Alinhada com essa tendência, a gestão da Radiobrás entre 2003 e 2007 procurou exercer até o limite as suas atribuições, mantendo a devida distância entre os interesses de governo e os critérios jornalísticos que pautavam a edição das notícias".
Não posso concordar. A Radiobrás não foi diferente do que era nas gestões passadas. Ela cumpriu fielmente o decreto que define a sua missão: "Divulgar as realizações do governo federal nas áreas econômica, política e social e difundir para o exterior conhecimento adequado da realidade brasileira."
(...)
Comecemos pelo fim. Como todos nós, jornalistas, estamos acostumados ao padrão chapa-branca da Radiobrás, não chega a surpreender que não tenha havido uma só acusação de sonegação de dados. Aceite Bucci ou não, jornalistas não julgam o trabalho da Radiobrás por este prisma, simplesmente porque ela não tem importância. Ninguém segue o noticiário da Radiobrás à cata de furos nem cobra dela que vigie o poder, ela que é subordinada ao poder. É preciso ressaltar também outro aspecto da questão. Se a intenção de Bucci era dar autonomia jornalística à Radiobrás, por que motivo não atuou no sentido de mudar o decreto que, ainda hoje, faz a empresa ser legalmente chapa-branca? Se o seu projeto era sincero, por que não propor mudanças legais que livrassem a estatal da influência de governos?
Dizer que o decreto que rege as atividades da empresa "não é maravilhoso, mas melhorou" é expressar conformismo com o status quo. É falar de mudanças, mas sem o desejo real de implementá-las.
(...)
Aos olhos dos que acreditam num jornalismo livre, a Radiobrás continuou subserviente ao poder como sempre; aos olhos dos que têm alergia a jornalismo e sonham com medidas extremas (como censura prévia), o jornalismo dela, mesmo objetivamente subserviente, pode ter parecido "objetivo" ou "de oposição". Isso não quer dizer que tenha sido uma coisa ou outra.
(...)
É chocante o relato que ele faz de 2006. Ele diz com todas as letras: "Nos cinco primeiros meses do ano eleitoral de 2006, o presidente Lula pôs o pé no avião e girou o país de um lado para o outro, dobrando o número de viagens em relação ao mesmo período do ano anterior: viajou 65 vezes, para 53 destinos diferentes, contra 32 vezes e 27 destinos nos cinco primeiros meses de 2005." Com atividade eleitoral tão frenética, Bucci conta que o dinheiro acabou, ficaram "lisos, sem um tostão". O que fez Bucci? Esforçou-se pessoalmente, de maneira intensa, para liberação de mais recursos. No fim, conseguiu mais R$ 200 mil, dinheiro que "daria para mais um mês, se tanto." No livro, ele conta: "Assim foi: de gota em gota, de mês em mês, um sufoco em prestações." Novamente pergunto: é assim que deve agir alguém preocupado com uma gestão "apartidária e impessoal"?Jamais. O certo era esclarecer a quem de direito que atividades de presidente são atividades de presidente e que campanha eleitoral é campanha eleitoral. Uma coisa deve ser coberta pela Radiobrás, a outra, não.
Para ler a íntegra no Globo On Line, clique aqui

Lugo deve seguir exemplo de Lula, diz "Times"

Edtorial diz que líder brasileiro é o melhor exemplo da região para o novo presidente.
O presidente eleito do Paraguai, Fernando Lugo, deve buscar inspiração no líder brasileiro,
Luiz Inácio Lula da Silva, segundo sugere editorial publicado na edição desta terça-feira do jornal britânico The Times.
"Em 2005, a Bolívia, a nação mais pobre da América do Sul, elegeu um novo presidente, Evo Morales, que se inspirou em Hugo Chávez. O Paraguai, segundo país pobre da região, não pode repetir o mesmo erro", diz o texto.
No editorial, intitulado Poor Paraguay (Pobre Paraguai, em tradução livre), o jornal afirma que apesar de a vitória de Lugo se tratar de "um evento extraordinário, até revolucionário" no contexto histórico do país, o novo presidente deve agir com cautela.
Segundo o diário britânico, com exceção de sua postura sobre o tratado de Itaipu, o discurso de Lugo era "claramente vago" e seus planos de acabar com a corrupção e reduzir a pobreza, difíceis de colocar em prática dadas as condições atuais do Paraguai.
Além disso, o Times afirma que, apesar da derrota nas eleições, o Partido Colorado permanece como uma "máquina política formidável" e tem a maioria no Senado, o que limitaria as opções de governo do presidente eleito.
Por isso, o "The Times" sugere que Lugo "coopere e siga os passos do seu parceiro brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva". Segundo o jornal, apesar de o líder brasileiro já ter afirmado que não irá mudar os termos do Tratado, ele teve "a honestidade de admitir que os termos atuais são duros com o Paraguai e que o Brasil deve aumentar a ajuda que oferece ao vizinho".
De acordo com o Times, um acordo como este pode permitir que Lugo faça alguns progressos sociais e econômicos e ganhe tempo para as reformas que pretende implementar.
"Lula, que provou ser um democrata social astuto e que está modernizando o seu país, seria um excelente exemplo para o novo presidente do Paraguai", diz o texto. "Ele também oferece um contraste entre outros exemplos óbvios de liderança, como Hugo Chávez, na Venezuela".

Fonte:BBC-Globo.com