sexta-feira, 2 de maio de 2008

Jabor Cover:Adoro um Pau de Chocolate...


Chocolate! Chocolate! Chocolate!Eu só quero chocolate... Só quero chocolate
Não adianta vir com guaraná prá mim, é chocolate o que eu quero beber..
Não quero chá,Não quero café,Não quero coca-cola ,Me liguei no chocolate
Só quero chocolate...
O que vai acima é a letra de música do Tim Maia.Atualmente,faz parte da minha trilha sonora...
É ,meu camarada só consigo fazer amor ouvindo música.Quer saber?Estou apaixonado.Por essa eu não esperava, isso não era para ter acontecido, mas fazer o que? sempre levei uma vida tranquila,como cineasta e escritor,aí de uma hora prá outra a minha vida deu um giro de 360º,me apaixonei por um negão chamado Rafael.
Um cara lindo, negro,alto, forte, piloto,um tesão...Conversamos várias vezes pelo MSN, sempre alimentando as nossas taras. Ambos somos discretos e por isso, o nosso relacionamento foi casual...ficamos num motel de beira de estrada...
Serei breve , Rafael abriu o zíper e colocou aquele pau duro prá fora, tinha 22cm, começou a se masturbar na minha frente, eu ali vendo ... fiquei com água na boca, não ofereci resistência, pois nunca havia saboreado um pau de chocolate.Fechei os olhos e experimentei a coisa mais gostosa do mundo.
Chupei como podia, enfiava até a garganta, lambia o saco, fiz tudo que tinha direito, matando a vontade. Chupei até ele gozar na minha boca. Ao terminar ,o sexo oral ,o pau de Rafael já estava duro outra vez,pronto pra me comer,mas eu não aguentava mais.Com 68 anos,não tenho mais aquele vigor físico. O máximo que podia fazer era chupar..
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Despues del placer...

Depois do Prazer
Composição:Chico Roque e Sérgio Caetano

Estou fazendo amor
Com outra pessoa
Mas meu coração
Vai ser pra sempre teu
O que o corpo faz
A alma perdoa
(...)
E quando o desejo vem
é teu nome que eu chamo...(é teu nome que eu chamo)
Posso até gostar de alguém mas é você que eu amo...(você que eu amo)
Fica dentro do meu peito sempre uma saudade...saudade..

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Rex contraria Josias e diz que é mentira que toda a indústria americana esteja atrelada à indústria bélica


É mentira que toda a indústria americana esteja atrelada à indústria bélica;- é mentira que os EUA promovam "a guerra" em busca de mercado consumidor. Onde? Em Bagdá? Em Cabul?;- é mentirosa a relação "quanto maior riqueza (nos EUA), maior pobreza no mundo". Os EUA enfrentam hoje uma recessão, e a China, por exemplo, nunca foi tão rica.

Ou mesmo o Brasil;- é mentirosa a tese de que o boicote a produtos americanos prejudicaria o "império", até porque a globalização atomizou a produção em busca de mão-de-obra mais barata. A China, o Brasil e até o pobre Vietnã produzem boa parte de produtos que têm etiquetas de empresas americanas e européias. Um boicote é coisa de uma mente delirante.
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El Programa Mundial de Alimentos de la ONU llegó a describir el aumento del precio de los alimentos como "un tsunami silencioso"...

¿Una "OPEP" del arroz?
Tailandia desea asociarse con otras cuatro naciones asiáticas para formar una organización de países exportadores de arroz.
El objetivo del cartel -que funcionaría como la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP)- sería establecer el precio de ese alimento y garantizar el abastecimiento de sus mercados domésticos, en medio de una escalada en los costos de ese grano.
El mayor exportador de arroz del mundo iniciará conversaciones sobre el tema con sus vecinos Laos, Birmania, Camboya y Vietnam.
Un portavoz del gobierno tailandés confirmó que la iniciativa estuvo en la agenda del diálogo que sostuvieron los primeros ministros de Tailandia y Birmania esta semana.
En el pasado, Camboya se ha mostrado favorable a la idea y Laos ha dicho que considerará seriamente la propuesta tailandesa.
Vietnam, sin embargo, ha rechazado que se esté cerca de lograr un acuerdo para formar la organización.
Analistas de la BBC dicen que la idea de crear un cartel del arroz surge periódicamente en el sudeste asiático, pero las diferencias políticas se han mostrado hasta el momento insuperables.

"Oligopolio"
El vocero del gobierno tailandés Khieu Kanharith declaró que '"con el incremento en los precios del petróleo, importamos crudo muy caro, pero vendemos el arroz barato, lo cual no es justo y afecta nuestra balanza comercial''.
No obstante, la iniciativa de Bangkok cuenta con fuertes objeciones, como la de Filipinas, el mayor importador de arroz del mundo.
El senador Edgardo Angara, presidente de la Comisión Agrícola del Senado filipino, dijo que un grupo de productores tan pequeño no debe tener el control de un alimento básico como el arroz.
"No es una buena idea, es una mala idea. Creará un 'oligopolio', lo que atenta contra la humanidad", declaró.
Angara recordó que "casi 3.000 millones de personas son consumidores de arroz".
El presidente de la Asociación Tailandesa de Exportadores de Arroz igualmente criticó la iniciativa.
Según Chookiat Ophaswongse, "siempre que hay una crisis con el arroz, el gobierno habla del cartel".
En sus palabras, "no se puede controlar que los granjeros cultiven más o menos arroz. El arroz no es como el petróleo".

El triple
En medio de una crisis mundial por el aumento del precio de los alimentos, el costo del arroz se ha triplicado este año.
La Asociación Tailandesa de Exportadores de Arroz dijo que el precio de una tonelada métrica pasó de US$327 hace un año a los US$894 actuales.
Países productores como Vietnam o la India han limitado sus exportaciones para mantener bajo control el precio nacional.
El desabastecimiento de arroz ha generado protestas en naciones como Filipinas, Haití y Egipto.
En Estados Unidos, la mayor cadena de supermercados del mundo, Wal-Mart, decidió incluso racionar la venta de arroz en alguno de sus establecimientos, una medida inédita en la historia de ese país.
El Programa Mundial de Alimentos de la ONU llegó a describir el aumento del precio de los alimentos como "un tsunami silencioso" para los países más pobres del planeta.
BBC

Podcast do Jabor


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Josias:Bush quer gastar US$ 770 mil com crise de alimentos

Os EUA, como se sabe, freqüentam a crise de alimentos que sacode o planeta no papel de vilão. Diferentemente do Brasil, que extrai biocombustível da cana, os americanos extraem álcool do milho. Enche o tanque dos carros e esvazia o cocho dos bichos e a mesa das gentes.
Numa tentativa de se reposicionar em cena, George Bush encaminhou ao Congresso, nesta quinta-feira (1), pedido de autorização para gastar US$ 770 milhões no combate à crise da comida. É pouco. Mas deve ser adicionada a verbas já autorizadas anteriormente.
Se Bush não fizer por solidariedade genuína, há de fazê-lo por conveniência de marketing.

FHC diz estar com Alckmin em São Paulo

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse ontem no Rio considerar irreversível a candidatura de Geraldo Alckmin à Prefeitura de São Paulo. "E eu estou com ele", acrescentou.
A fala de FHC pode ser interpretada como um recado ao governador de São Paulo, José Serra, também do PSDB. Serra tem evitado manifestar apoio à candidatura de Alckmin."Ele [Alckmin] não vai abrir mão da candidatura, e eu estou com ele", afirmou FHC.Para o ex-presidente, provavelmente haverá disputa entre candidatos de partidos diferentes.
"A disputa é normal. Política não é só estratégia. Política são interesses concretos, momentâneos", disse FHC
Fonte:Folha