quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Podcast do Jabor

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Podcast do Espanta Fantasma

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P.S Foto de um ouvinte do podcast.

"Marketing Político"?:Protógenes pensa em criar um movimento nacional contra a corrupção

Queiroz viajou à capital gaúcha a convite do PSOL para lançar sua luta contra a corrupção em plena campanha eleitoral. Não hesitou ao aceitar o convite da deputada federal Luciana Genro, candidata a prefeitura da capital gaúcha pela coligação "Sol e Verde" (PSOL-PV).
"Durante as campanhas eleitorais é que temos que discutir a corrupção entre os políticos, é o melhor momento", disse.
Ele contou ainda que tem recebido uma solidariedade da população e isto está motivando sua iniciativa de criar um movimento nacional contra a corrupção. Protógenes afirmou que o PSOL é o seu maior aliado nesta tarefa, porque nasceu com o mesmo propósito.
Fonte:Globo.com

Globo.com:CPI realizará perícia própria em equipamentos da Abin

Perícia independente será realizada por técnicos da Unicamp.
Laudo da PF afirmou que aparelhos não poderiam ter feito grampo no STF.

Eduardo Bresciani
Do Globo.com ,em Brasília
O presidente da CPI dos Grampos da Câmara, deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), afirmou nesta quinta-feira (18) que a comissão realizará uma perícia própria nos equipamentos da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para verificar se algum deles pode realizar grampo.
Na próxima semana, a CPI deve tomar novamente o depoimento do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Jorge Félix, superior hierárquico da Abin. Foi Félix quem encaminhou o laudo da PF à CPI, à Comissão de Controle de Atividades de Inteligência do Congresso e ao Ministério da Defesa.
Leia a íntegra clicando no link:
http://g1.globo.com/Noticias/Politica

Correio:"Grampos aumentam tensão no Palácio"



Seguem trechos da reportagem de Gustavo Krieger publicada no Correio:
A figura central das dores de cabeça palacianas é o diretor afastado da Abin, Paulo Lacerda. No primeiro mandato de Lula, quando dirigiu a PF, ele teve um papel estratégico. De um lado, manteve a polícia atuante, o que dava ao governo um discurso para responder aos ataques da oposição e às denúncias de corrupção. Quando aparecia um novo escândalo, Lula vangloriava-se de que em seu governo a PF atuava com mais liberdade e obtinha mais resultados.
De outro lado, Lacerda sempre foi um canal de informações muito importante para o Planalto. Com forte controle sobre a estrutura da Polícia Federal, ele acompanhava as investigações mais delicadas. Reunia-se todos os dias com o então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, e fazia um relato dos casos que poderiam ter conseqüências políticas. O informe era imediatamente repassado ao presidente.
Esse canal foi quebrado. O novo diretor da PF, Luiz Fernando Corrêa, nomeado após a posse de Tarso Genro no Ministério da Justiça, tem menos comando e um acesso restrito às informações. Isso ficou claro na Operação Satiagraha. A investigação, que tinha como alvo o banqueiro Daniel Dantas, tornou-se uma causa pessoal de Lacerda. Dantas foi identificado como autor de um falso dossiê que imputava contas no exterior a diversas figuras do governo, incluindo o então diretor da PF. Lacerda escolheu pessoalmente o delegado Protógenes Queiroz para chefiar a investigação e lhe ofereceu uma enorme estrutura. Quando deixou a PF, passou a ajudar na operação com efetivos da Abin.
O Planalto foi pego de surpresa e percebeu que não tinha mais controle das informações nem na Polícia Federal nem na agência de inteligência. Afastado temporariamente, Lacerda não deve voltar ao cargo, por falta de confiança do presidente. E com a prisão de Romero Menezes será necessário recompor a cúpula da PF.
Para piorar, vieram os desacertos públicos entre o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e do Gabinete de Segurança Institucional, general Jorge Félix. Eles deixaram claro que também na área militar falta controle ao governo.

Leia a íntegra clicando no link:
Grampos aumentam tensão no Palácio

Globo.com:Trechos da entrevista de Lula à TV Brasil




Crise na Bolívia
“Se for verdade que o embaixador dos Estados Unidos fazia reunião com a oposição do Evo Morales, ele está correto de mandá-lo embora. E também não é de hoje, é famosa a interferência das embaixadas americanas em vários momentos da história do continente americano. Então, eu acho que houve um incidente diplomático, se o embaixador estava tendo ingerência na política lá, o Evo está correto.”


Crise econômica

“ Dessa vez, sem passar nenhum otimismo exagerado, eu acho que o Brasil está seguro. Nós já tomamos a decisão de emprestar mais R$ 15 bilhões para o BNDES e também de pegar o fundo que nós criamos de desenvolvimento com o dinheiro do Fundo de Garantia [por Tempo de Serviço, FGTS] para repassar uma parte para o BNDES fazer os investimentos. Na hora em que ele [o crédito] rarear, nós vamos ter inclusive que mudar as normas do BNDES, que não pode emprestar uma determinada quantidade de dinheiro só para uma empresa, para que ele possa aumentar o volume de dinheiro emprestado.”


Demissão definitiva de Paulo Lacerda

“É lógico que desminto! Como é que alguém supõe que eu tomei [uma decisão] se não tomei?! E quero dizer, é importante dizer: Paulo Lacerda é uma pessoa que eu respeito como profissional como poucos neste país. Agora, todo mundo pode cometer erros também.”


Leia a íntegra clicando no link:http://g1.globo.com/Noticias/Politica

Correio:Lacerda afirma que 56 agentes da Abin trabalharam na Satiagraha



A Polícia Federal mostrou na quarta-feira (17/09), no Senado, que vive completamente rachada desde que o delegado Paulo Lacerda deixou o comando do órgão, em agosto do ano passado. Lacerda assumiu a direção da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), mas revelou o grau de ingerência na PF ao admitir que a Abin gastou pelo menos R$ 256 mil para custear a ação de 56 arapongas que atuaram em Brasília, no Rio e em São Paulo para apoiar a Operação Satiagraha, do delegado Protógenes Queiroz.
Ouvidos na quarta, pela segunda vez, na Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI), Lacerda e o atual diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, não conseguiram esconder que representam grupos diferentes na PF. Corrêa foi categórico ao afirmar que "não houve nenhuma comunicação informal às instância superior da PF sobre requerimentos" de agentes da Abin para a Operação Satiagraha.
Leia a íntegra clicando no link :