segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Para igreja católica padre é considerado santo

O bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, dom Pedro Luiz Stringhini disse ao G1 que confia no trabalho realizado há décadas pelo padre Júlio Lancelotti :
"Há décadas o padre Júlio vem cuidando de crianças carentes e da população de rua",disse dom pedro Stringhini
Espanta Fantasma comenta:
O padre "cuida" de crianças,assim como Michael Jackson.
Repito:Contra fatos não há argumentos,este padre mente e mente descaradamente.

Padre suposto pedófilo teria pago R$ 700 mil para ex marginal em troca de "amizade íntima"

Deu na Folha(resumo)
"Era tudo presente", disse o advogado de Batista, Nelson Bernardo da Costa, 49, que deu detalhes do depoimento. A reportagem não teve acesso aos documentos, mas a polícia confirmou que as declarações do ex-interno foram nessa linha.
Costa disse que a quantia repassada pelo padre a seu cliente foi de R$ 600 mil a R$ 700 mil em oito anos. Com esse dinheiro, segundo o advogado, o ex-interno comprou carros de luxo e uma casa.
Ainda segundo o advogado, Batista declarou que as relações ocorriam após as missas celebradas pelo padre Júlio.



Espanta Fantasma comenta:
Que padre podre, que usa o dinheiro público para calar e silenciar algo nojento que se tem contra ele?
Repito:Contra fatos não há argumentos.A quantidade de dinheiro envolvida,o tempo decorrido neste relacionamento,só comprovam que este padre mente e mente descaradamente.

Padre que bancava ex marginal é apenas "conselheiro",diz ONG



Em nota, instituição diz que padre "não tem acesso aos recursos financeiros da entidade”.Polícia vai investigar como padre gerenciava seus recursos.

Fonte G1

Espanta Fantasma comenta:
A maioria das ONGs, deveriam se chamar OLDs, organizações para lavagem de dinheiro. Ou ODDs, organizações para desvio de dinheiro.
Óbvio,que têm ONGS honestas ,mas é raro..muito raro.Eu li num jornal,não lembro o nome,que um político teria dito :“Você pega o padre Júlio e bota ele para cuidar de criança, ele vai cuidar melhor do que qualquer aparelho de estado"(sic).
É, só faltou ele completar "assim como Michael Jackson cuida".

domingo, 28 de outubro de 2007

Padre diz ter ido pessoalmente fazer financiamento para criminosos


O Padre Júlio Lancelotti, disse que foi pessoalmente fazer o financiamento de um automóvel para os criminosos
Ele revelou ter pago à loja uma entrada de R$ 30 mil e mais 20 parcelas de R$ 2 mil, tudo com recursos próprios, economias de 35 anos. O padre disse, ainda, que é funcionário da Fundação Casa desde 1975. Confirmou que vive com a ajuda de custo da Igreja São Miguel Arcanjo, de R$ 1 mil e R$ 2.480 que recebe da extinta Febem. O padre Júlio é conselheiro da organização não governamental Nossa Senhora do Bom Parto. A presidente disse que ele não poderia ter usado dinheiro das ONG para dar ao ex-interno da Febem.
Fonte:G1
Espanta Fantasma comenta:
Desde quando um padre que deixa-se extorquir por anos ,é inocente?
tudo indica que esse padre tem rabo preso com os marginais , e até que provem o contrario, ele continuara presentiando marginais?
Contra fatos não há argumentos.A quantidade de dinheiro envolvida,o tempo decorrido neste relacionamento,só comprovam que este padre mente e mente descaradamente




Folha :Padre pode ter sigilo bancário quebrado para apurar pagamentos


O padre Júlio Lancelotti pode ter o sigilo bancário quebrado pela polícia para apurar supostas transferências de recursos para o ex-interno da Febem Anderson Marcos Batista, 25, ou pessoas ligadas a ele.

O advogado de defesa de Batista, Nelson Bernardo da Costa, afirmou ter recebido R$ 6 mil em honorários do padre. O pagamento seria referente à defesa que assumiu em um caso de homicídio e teria sido quitado em 2001

De acordo com Costa, os pagamentos dos honorários foram realizados por depósito bancário, em seis parcelas de mil reais. Na época, Batista era acusado por homicídio doloso após matar a tiros um homem em uma briga de bar. Ele foi condenado a 12 anos e recorreu da sentença.

Ex-interno da Febem, Batista teria conhecido e iniciado um relacionamento amoroso com o padre na instituição, onde foi internado aos 16 anos por roubo. "Eles chegaram a ter relações sexuais dentro da igreja", afirmou.

Costa disse que a quantia repassada pelo padre a seu cliente foi de R$ 600 mil a R$ 700 mil em oito anos. Com esse dinheiro, segundo o advogado, o ex-interno comprou carros de luxo e uma casa.

O delegado-assistente da SIG Marco Antonio Bernardino informou que a Cúria Metropolitana de São Paulo (setor administrativo da Igreja Católica) pediu à Justiça, no início da semana passada, que o caso fosse conduzido sob sigilo.

Espanta Fantasma comenta:
A Igreja Católica de São Paulo corre o risco de entrar numa espiral inédita de descrédito.
E tudo por quê? Porque a primeira linha de defesa que se faz do padre é política. Querem transformá-lo num mártir ideológico. A imprensa, de maneira geral, revela pouquíssimo fôlego investigativo na questão,repito:se fosse um judeu,um mulçumano,um evangélico a imprensa teria metido o pau,mas como é um padre eles estão querendo abafar o caso. Padre Júlio agora diz que o escândalo em que está envolvido é perseguição política.
O que dizer? Fogo nele.

Josias: Gastos relacionados à aplicação do dinheiro que o Estado arranca do seu bolso não são divulgados para os brazileiros

Esqueça-se o princípio universal de que a administração pública, em nome da transparência, deve dar ampla publicidade aos seus atos. Mencione-se apenas o inciso 33º do artigo 5º da Constituição.
Reza que todos os brasileiros têm o “direito” de receber das repartições públicas informações de seu interesse –“particular” ou “coletivo”. Sob pena de responsabilização judicial dos gestores que sonegarem os dados.

Nada pode interessar mais ao cidadão do que as informações relacionadas à aplicação do dinheiro que o Estado arranca do seu bolso. Pois bem, na semana passada, o Senado informou aos brasileiros que não lhes deve nada. Muito menos explicações. Levada à Mesa diretora da Casa pelo presidente interino Tião Viana (PT-AC), a proposta de expor na internet os gastos dos senadores foi rechaçada.

Folha online : Ex-interno afirma que fazia sexo com padre

Deu na Folha(resumo)

O ex-interno da Febem Anderson Marcos Batista, 25, acusado de extorsão pelo padre Júlio Lancelotti, 58, disse à polícia que manteve um relacionamento homossexual com o religioso por cerca de oito anos em troca de dinheiro e negou ter praticado extorsão.

"Era tudo presente", disse o advogado de Batista, Nelson Bernardo da Costa, 49, que deu detalhes do depoimento. A reportagem não teve acesso aos documentos, mas a polícia confirmou que as declarações do ex-interno foram nessa linha.
Costa disse que a quantia repassada pelo padre a seu cliente foi de R$ 600 mil a R$ 700 mil em oito anos. Com esse dinheiro, segundo o advogado, o ex-interno comprou carros de luxo e uma casa.
De acordo com Costa, seu cliente disse que as relações sexuais passaram de um abuso, durante a adolescência, para um consentimento, no início da fase adulta. Por essa versão, Lancelotti teria ficado com ciúmes do casamento do ex-interno, há cerca de um ano. "[Batista] Tinha uma amizade que se tornou um relacionamento sexual [com o padre].

Ele [o ex-interno] disse que aos 16, 17 anos foi abusado sexualmente pelo padre. Ele disse isso taxativamente", relatou Costa. Ainda segundo o advogado, Batista declarou que as relações ocorriam após as missas celebradas pelo padre Júlio.
"Ele afirmou que, muitas vezes, [mantinha relações] nos fundos da igreja, num quartinho.
Ele até citou os móveis que lá existem", disse ele. Segundo Costa, seu cliente relatou ter conhecimento de que o padre tinha relações sexuais com outros adolescentes, também da antiga Febem.
O advogado afirmou que o dinheiro que Batista recebia do padre era "de bom grado". "No começo, ele [padre] fornecia roupas, algumas coisas", disse Costa. O ex-interno, segundo seu advogado, disse no depoimento não saber informar de onde vinha o dinheiro que recebia do religioso -que ganha cerca de R$ 3.000 por mês. Costa afirmou que, em 2001, teve os honorários (no valor de R$ 6.000) pagos pelo padre Júlio para defender Anderson em um processo por homicídio -ainda em andamento.