segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

'Lula não me repreendeu sobre novo imposto',diz Guido Mantega

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, rebateu, em entrevista em Montevidéu, a notícia de que ele teria sido repreendido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva por ter defendido a criação de um novo imposto por meio de medida provisória (MP).
Mantega afirmou que "jamais" havia falado nesse tema e que a notícia não passou de um "factóide". "O presidente não me fez nenhuma reprovação. Isso foi interpretação dos jornais", disse o ministro.
O ministro da Fazenda declarou nesta segunda-feira que o governo deverá anunciar até o final da semana, "se estiverem amadurecidas, as medidas emergenciais, os cortes de gastos e alguma modificação nos impostos", para compensar as perdas de arrecadação com a extinção da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Mantega informou que, até lá, deverá tratar das propostas em estudo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com seus colegas de ministério.
fonte:uai
Josias:
"Guido Mantega imagina que, na conversa, o importante é a palavra. Engano. O relevante num diálogo, diria Nelson Rodrigues, é a pausa. É na pausa que duas pessoas se entendem, é na pausa que os interlocutores entram em comunhão".
Lula achou que o auxiliar falava demais. Passou-lhe um pito. Recomendou-lhe calma, moderação. Desdisse parte do que Mantega dissera. Era a hora de o ministro render homenagens à pausa. Mas Mantega tem fixação pela palavra.
Ao longo desta semana, Mantega e Lula têm muito a conversar. Se o presidente disse o que disse em público, imagine-se o que não dirá quando estiver "face to face" com Guido.

domingo, 16 de dezembro de 2007

Lula desmente Mantega e nega criação de novo imposto



Do G1

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na manhã deste domingo (16) na sede do Diretório Nacional do PT, em Brasília, para votar na eleição presidencial do partido e desmentiu o ministro da Fazenda, Guido Mantega, sobre a criação de um novo imposto para a saúde ou cortes em programas sociais.

O ministro da Fazenda revelou neste sábado (15), em entrevista ao Jornal Nacional, que o governo pretende retomar o diálogo com a oposição para aprovar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) visando à criação de um imposto permanente para abastecer o orçamento da saúde.


“Eu acho que seria um tributo com alíquota bem menor que essa de 0,38% [sobre as movimentações financeiras] da CPMF. Mesmo porque é um tributo que só vai para a saúde. De quanto, eu não sei. Vamos discutir com a sociedade e com o parlamento”, afirmou Mantega.

"Mantega vai ter que me convencer da necessidade disso", disse Lula, que negou a criação imediata de um imposto para a saúde para substituir a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). "Não tem nenhuma decisão", afirmou.

sábado, 15 de dezembro de 2007

Olha o que rola nas revistas do Brazil...

Veja: E, ao fazê-lo, deram nova vida ao Congresso. A reaçãodo governo, derrotado, também foi positiva. Será que o Brasil,finalmente, amadureceu?

Época: Lula fala a ÉPOCA. O repórter especial Ricardo Amaral foi o primeiro jornalista a ser recebido por Lula no avião oficial. Ele conta os bastidores da entrevista com o presidente e mostra como Lula trata seus assessores, como vê a oposição e sua expectativa antes da derrota da CPMF.

Carta Capital: Ao vencedor as batatas Comandada por FHC, a oposição no Senado impõe uma derrota contundente ao governo. Resta saber o que ganham os tucanos. Ainda na edição, a polêmica da transposição do rio São Francisco e os liberais dos EUA que invocam os tempos de glória

Niemeyer faz 100 anos como o maior arquiteto do Brazil

Oscar Niemeyer completou neste sábado 100 anos.Vida longa e obra marcante na paisagem de cidades de vários pontos do mundo, o arquiteto brasileiro é um homem que extrapola as medidas e o tempo.Considerado o maior realizador de obras-primas em seu ofício em toda a história, Oscar mantém ainda hoje rotina produtiva, com grandes projetos em realização em seu escritório, no Rio de Janeiro.
A face mais reconhecível de seu trabalho, a modernidade, não esconde a relação com a história e o passado, que ele interpreta e reelabora em suas curvas e volumes.
A política, sua outra paixão, o levou a militar no Partido Comunista e, mesmo depois de afastado, nunca perdeu o empenho em lutar contra as desigualdades e denunciar as injustiças. Suas claras posições políticas se somam a outros propósitos humanistas: a valorização da amizade e o esforço em democratizar com seu trabalho o acesso ao belo.
Fonte: Uai

Julgamento do ídolo de R.Azevedo é suspenso no Supremo


O Supremo Tribunal Federal suspendeu anteontem o Julgamento de inquérito para abertura de ação penal contra o senador (ídolo de R. Azevedo)
e ex-governador do Piauí, Mão Santa (PMDB).
Ele é acusado de ter contratado 913 funcionários fantasmas em 1998, quando governava o Estado do Piauí.
O ministro Gilmar Mendes pediu vista do processo, dizendo que precisa estudar melhor a alegação do relator, ministro Carlos Ayres Britto, de que o caso representa peculato (desvio de dinheiro público). Segundo o processo, os contratados eram políticos que recebiam, mas não trabalhavam e incharam a folha.
Fonte:Uai

"Mão Santa é meu ídolo ", declarou R. Azevedo em seu blog.

Enquanto as pessoas confraternizam o natal, eu confraternizo com a cadeira elétrica e a forca,diz Diogo Mainardi

Pena de morte. É um tema perfeito para o período de Natal.
Enquanto as pessoas confraternizam com parentes e amigos, distribuindo presentes e bons sentimentos, eu confraternizo com a cadeira elétrica e a forca.
A pena de morte reduz consideravelmente o número de assassinatos. Para cada criminoso condenado à morte, ocorrem de três a dezoito assassinatos a menos.
A estatística consta de uma reportagem do New York Times, de onde chupei os dados publicados nesta coluna.A reportagem apresenta o resultado de uma série de estudos realizados na última década. Os economistas citados pelo jornal compararam as taxas de homicídio nos Estados Unidos com o número total de prisioneiros executados, estado por estado, cidade por cidade. Eles descobriram que, nos lugares em que a pena de morte foi aplicada com mais freqüência e com mais rapidez, como no Texas, a taxa de homicídios caiu de maneira mais acentuada

Assinante Veja lê mais aqui

Ministro da Fazenda quer recriar novo tributo sobre a movimentação financeira

Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira, nunca mais. Essa foi a lição que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, tirou da derrota - a maior do governo Lula, em seus seis anos de vida - na tentativa de prorrogar a CPMF.
Para buscar os R$ 40 bilhões perdidos na madrugada de quinta-feira, no Senado, Mantega quer criar uma nova contribuição nos moldes da que morreu. Mas, desta vez, permanente e, como adiantou ontem ao Estado, por meio de medida provisória.
"Não será tributo provisório. Não queremos saber mais da CPMF. Terá de ser um tributo permanente, todo voltado para a saúde e que não tenha de ser rediscutido", disse. E acrescentou: "Tem de ser sobre movimentação financeira. Porque, senão, não teremos como controlar a sonegação." Mantega não definiu quando, mas a novidade pode sair na semana que vem. Seria um tributo voltado todo para a saúde, talvez com alíquota de 0,20%.
Fonte:Agência Estado