quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Roberto Jefferson :Entrevista de José Eduardo Cardozo à VEJA é "censurada" por secretário de Relações Internacionais do PT

O novo secretário-geral do PT, José Eduardo Cardozo, admitiu em entrevista à revista Veja que o mensalão existiu, ferindo egos em seu partido e desmentindo os desmentidos do PT. Muita gente não gostou, entre eles Valter Pomar, que em carta aberta aos militantes cobrou menos "ambigüidade" de Cardozo. Mas ambíguas mesmo são as tentativas do partido ao tentar negar a realidade, assim como ambíguas deverão ser as ações do PT contra o secretário que teve a coragem de dizer a verdade.

O colunista Clóvis Rossi, da Folha de S. Paulo, disse que "fosse o PT um partido sério, haveria uma de duas conseqüências para afirmações tão contundentes e cristalinas: ou o partido expulsa Cardozo porque disse a verdade, o que viola a ética que o partido adotou desde o primeiro escândalo, ou lhe dá razão e pede desculpas ao público não só pelas ilegalidades mas também pelas tentativas de encobri-las com ridículas teorias conspiratórias"(sic).

Mas não dá para pedir que Cardozo defenda o indefensável ou apenas mudar o nome da verdade para ambigüidade ,disse Roberto Jefferson.

Na quarta(20), Cardozo tentou desmentir suas declarações, dando o dito pelo não-dito, falando muito e dizendo pouco. De acordo com a confusa "nota de esclarecimento" publicada no site do PT, o secretário tenta justificar suas declarações afirmando que "a palavra 'mensalão' pode ter vários sentidos".


Se Valter Pomar queria o fim da ambigüidade de Cardozo, conseguiu exatamente o oposto: mais ambigüidade. Não dá para acreditar que o experiente e inteligente deputado não sabia o que significa o termo mensalão ,quando o usou na entrevista. Sabia, falou a verdade, mas enquadrado pelo partido perdeu a coragem. Realmente, o que petista fala não se escreve. Aliás, Cardoso faz agora o mesmo que Zé Dirceu tentou fazer com sua entrevista à Piauí - tentativas canhestras de desmentir o que disseram. Com a palavra, a revista Veja.

Fidel Castro decidiu morrer como ex-presidente depois de meio século gloriosamente vestido de verde oliva disfarçado de "guerrilheiro heróico"

Por Carlos Alberto Montaner, no Estadão:
Fidel Castro decidiu morrer como ex-presidente. Não agüenta mais. Depois de meio século gloriosamente vestido de verde oliva, disfarçado de guerrilheiro heróico, é muito difícil governar um país de moletom, sentado em uma cadeira de balanço.
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O saldo destes cinqüenta anos é pavoroso. Não há como a História absolvê-lo. Isso é impedido pelos dois milhões de exilados, milhares de presos políticos, fuzilamentos, a ausência absoluta de liberdades em Cuba, as famílias destroçadas, e o maior fracasso material da história das ditaduras latino-americanas.
Quase todos os regimes tirânicos, do paraguaio Alfredo Stroessner ao nicaragüense Somoza, foram corruptos e injustos do ponto de vista social, mas deixaram seus países mais ricos. Em Cuba foi diferente. Como conseqüência do torpe governo de Fidel Castro e do sistema comunista imposto ao país (responsável pela improdutividade quase assombrosa da ilha), os cinco itens que medem a qualidade de vida da população pioraram: alimentação, habitação, vestuário, transporte e comunicações. Hoje, além da ideologia, a vida em Cuba é um pesadelo insuportável.

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Rex:Arrombei o cú do Jabor...quando ele só queria amor,carinho e prazer..

Suposto Diário Erótico do Espanta Fantasma

Caros,como sabem "abusei sexualmente"do Jabor..Ah,querido leitor ,tenho plena consciência que agi da forma mais selvagem com ele.Brinquei com seus sentimentos, e até mesmo o violentei quando ele só queria amor, carinho e prazer.Mas o que posso fazer agora? Não há mais como consertar as coisas?
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Como eu poderia resistir aquele cú delicioso!?..ora,qualquer um ,quando está no auge do tesão fica louco...

PS:Tive que apagar a letra de música "Moda de Sangue"dos compositores Jerônimo Jardim e Ivaldo Roque que postei aqui ,pra evitar o ciúme alheio...rs rs



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El presidente de Venezuela, Hugo Chávez, amenaza con más nacionalizaciones y con cortar el suministro de petróleo a Estados Unidos


El presidente de Venezuela, Hugo Chávez, amenaza con más nacionalizaciones y con cortar el suministro de petróleo a EE.UU. Un nuevo intento, opinan expertos políticos, de desviar la atención de los problemas internos.
Hugo Chávez vuelve a la carga. El principal consorcio petrolero del mundo, Exxon Mobil, le ha declarado la guerra a Venezuela, aseguraba el presidente en su programa semanal de radio y televisión. El motivo del desencuentro: Exxon ha conseguido que la Justicia internacional congele fondos venezolanos por un valor de 12.300 millones de dólares.
El conflicto entre Venezuela y la multinacional se remonta a la primavera de 2007, cuando el Gobierno de Chávez obligó a las compañías petroleras que perforan las orillas del Orinoco a traspasar como mínimo el 60% de su negocio a la empresa estatal PDVSA. A regañadientes aceptaron los consocios la exigencia gubernamental. Todos, salvo los estadounidenses ConocoPhillips y Exxon. Éste último exigía que se le indemnizase por la nacionalización, y con el estancamiento del dinero venezolano en el extranjero se apunta una primera victoria.
Embargo improbable
Para Chávez, ésta es, en primer lugar, una batalla política, opina Günther Maihold, de la berlinesa Fundación Ciencia y Política. “Se trata de defender la identidad nacional”, dice el experto. Una indemnización no pondría en dificultades a PDVSA. “Las ganancias de la compañía estatal son lo suficientemente altas para compensarla”, sostiene Mainhold.
PDVSA decidió el pasado martes suspender la venta de crudo a Exxon, aludiendo “atropello económico” al Estado venezolano. “Bandidos” es el calificativo que Chávez dedica a los directivos de Exxon, y el presidente asegura que Estados Unidos no recibirá “ni una gota” de oro negro si la empresa no cumple con sus exigencias.
Sin embargo, Mainhold descarta la posibilidad de que Venezuela someta a un embargo al vecino del norte. El 80% del crudo venezolano se destina al mercado estadounidense. “A lo que se suma que el 60% del refinamiento se lleva a cabo en Estados Unidos. Venezuela no puede vender crudo sin refinar. Chávez tiene las manos atadas”, considera.
Chávez necesita las ganancias del negocio petrolero para costear sus programas sociales. “El Estado venezolano financia sus medidas y su 'petro-diplomacia' internacional con los ingresos de PDVSA. Esto significa que queda poco dinero para las inversiones”, dice Mainhold.En Venezuela, la producción de petróleo se ha ido reduciendo en los últimos años. Falta capital con el que aumentar la capacidad de refinamiento. También faltan inversiones para seguir explorando los márgenes del río Orinoco, en los que se suponen las principales reservas de crudo del mundo, aunque de uno pesado que se extrae con mucha dificultad.
Y, además, la infraestructura es precaria. El Orinoco no es navegable, lo que significa que han de construirse oleoductos. “En la actualidad, no es realista pensar en una explotación de las reservas. Pero sí convendría disponer de información detallada sobre la magnitud de las mismas”, recomienda Mainhold.
De momento no se vislumbra una solución próxima al conflicto entre Chávez y Exxon. No es la primera vez que el presidente venezolano se enfrenta a un consorcio extranjero. El italiano Grupo Parmalat y la compañía suiza Nestlé ya fueron amenazados con la expropiación. Chávez les culpaba de la escasez de alimentos en el país y de presionar a los campesinos nacionales para que exporten la leche de sus vacas. Pero los observadores políticos ven aquí, una vez más, un intento de Chávez de desviar la atención de los verdaderos problemas internos de Venezuela.

Fonte:Steffen Leidel/ LBM
Dw.World

Rex:O reitor da UNB é o "darling" da esquerda..

Deu Folha on line:
Por R. Giraldi e Gabriela Guerreiro
Em assembléia realizada nesta quarta-feira, professores da UnB (Universidade de Brasília) rejeitaram a proposta de afastamento do reitor da universidade, Timothy Mulholland --acusado de uso irregular de recursos públicos. A Folha Online apurou que professores ligados à reitoria compareceram em peso na assembléia com o objetivo de derrubar a proposta de afastamento de Mulholland.Durante o encontro, a Adunb (Associação dos Docentes da Universidade de Brasília) chegou a retirar de pauta a proposta de afastamento do reitor. Mas o assunto foi recolocado nas discussões por aliados de Mulholland, que estavam em maioria para derrubar o pedido de afastamento. Apesar de alguns professores esperarem a presença do reitor, ele não compareceu à assembléia para se justificar. Mas encaminhou defesa na qual afirma que os gastos da Finatec (Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos) para compras de artigos de luxo para o seu apartamento foram autorizadas pelo Conselho Diretor da Fundação Universidade de Brasília.
Fonte:Folha On Line
Rex:
Bicho,tudo indica que o tal reitor permanecerá no cargo, ele é o ''darling"da esquerda(...)todas as correntes influentes da UnB, com a honrosa exceção de uns poucos professores e alguns estudantes, é de esquerda.
Observem que ninguém acusou o tal reitor de enriquecimento ilícito.
O que está em questão é o desvio de finalidade de uma fundação, que goza de prerrogativas legais para ter esse estatuto: sua tarefa é financiar pesquisa, não reformar apartamento; é se dedicar a ações acadêmicas, não à compra de carro de luxo.
Mermão,pra tirar o "cramulhão" ..só "explodindo"(...)

Diogo Mainardi:Barack Obama considerou que a renúncia de Fidel Castro foi “insuficiente”. Eu concordo. A cadeia teria sido melhor. Ou o túmulo.


Diogo Mainardi:Ninguém pode negar que Fidel Castro tenha sido conseqüente até o final. Ele nunca parou de prender e fuzilar dissidentes políticos. Assim como Oscar Niemeyer nunca parou de faturar concorrências públicas, de todos os tipos e em todos os governos.
Barack Obama considerou que a renúncia de Fidel Castro foi “insuficiente”. Eu concordo. A cadeia teria sido melhor. Ou o túmulo.
Ouça o podcast clicando
aqui


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Fidel Castro foi um sonho que acabou,diz Jabor
Clique no link para ouvir : arnaldojabor



Rex..

Fidel Castro,é Facínora, sim. Em números relativos (a população de Cuba), Fidel foi o maior assassino da América Latina no século passado. Não é só individualmente um bandido; é também partidário de uma ideologia que faz do homicídio em massa um instrumento de luta política e de purificação da sociedade. Não é de hoje que desconfio de sua sanidade mental, com seu misto de megalomania e paranóia.
E mais: Estive em Cuba em 1998,aquilo ali é um favelão...