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Para compensar a perda da arrecadação com as vantagens para o setores automotivo e de construção civil, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou ontem uma elevação na alíquota do Programa de Integração Social/ Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre a venda de cigarros. Segundo ele, o preço final ao consumidor aumentará 20% no caso dos cigarros mais populares e 25% para os produtos mais sofisticados. 
A medida já era esperada, de acordo com o gerente de assuntos regulatórios da Philip Morris, Maurício Jorge, mas a expectativa era que o governo simplificasse a tributação.
O setor reivindica a criação de uma alíquota única para o IPI, em substituição às seis existentes. Cigarros em embalagens de caixa sofrem uma tributação maior atualmente do que os maços, mas, no entanto, o valor de fabricação das embalagens é praticamente o mesmo. “Medidas como essa não fazem as pessoas parar de fumar, elas apenas migram de um cigarro mais caro para um mais barato.”
Fonte:Correio Braziliense
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